Depois de mais de 3.000 km rodados e 25 dias, nossa impressão sobre a Alemanha não poderia ser melhor. Em primeiro lugar por ser um dos países campeões em segurança, o que por si só já diz muito quando trata-se de viajar praticando "car-camping" na beira das estradas e nos organizadíssimos campings das cidades alemãs. Falando em estrada, tudo que podemos sonhar aqui lá é realidade. Tudo, leia-se tudo mesmo, é extremamente organizado, auto informativo, prático e pensado para o usuário.

Em um dos paradouros, na subida do Zugspitze, um salto para contemplar a belíssima paisagem dos Alpes!

O povo alemão, por estar acostumado a receber estrangeiros da vizinhança europeia, ao contrário do que se possa pensar, sabe receber muito bem seus visitantes. As pessoas foram praticamente sempre gentis, atenciosas, e tentaram ajudar com informações ou ações. A civilidade deles é tamanha que de muitas vilas, não no sentido brasileiro da palavra, mas por serem cidadelas do interior, vimos produtos excedentes da produção caseira/sustentável serem vendidos sem a presença de um vendedor, simplesmente confiando que a pessoa que escolhesse o produto depositaria seu valor em um vidro, no meio da rua, ou na beira das estradas.

Um dos pontos mais altos da Alemanha conquistado em algumas horas de via Ferrata e trilhas de tirar o fôlego

Falando em produtos, se puder, não perca a oportunidade de degustar um original "Eisbein" (joelho de porco), salsichas com batatas, visitar as cervejarias da região de Bamberg, são mais de 300, incluindo a incrível Schlenkerla, que já fazia sua cerveja defumada 100 anos antes do Brasil ser anunciado pelos portugueses. Além da antenada capital Berlim, onde a cultura e a mistura se deram as mãos após a derrubada do muro, numa demonstração de ostentação arquitetônica e simplicidade bucólica.

José provando uma das iguaria germânicas: um suculento joelho de porco ("Eisbein") acompanhado de uma boa cerveja

Ainda por cima, tem mais, a Alemanha oferece opções de turismo para todos os gostos, desde rotas românticas pelos castelos, mil roteiros para pedalar em família até  a visitação de paisagens paradisíacas e aventuras na região dos Alpes.

Catedral Metropolitana de Berlim ostentando sua magnitude

Pra quem pensa que se comunicar é uma barreira, um inglês básico resolve quase tudo, mas saber dar bom dia, por favor e muito obrigado é uma questão de respeito e ajudam em qualquer idioma. "Deutschland ist wunderbar".

Greice Francisco Klein Stolz e José Francisco Bonini Stolz

Durante casi dos años he estado viviendo en Andorra, un país de tan solo 70.000 habitantes ubicado en los Pirineos, justo en la frontera entre España y Francia. Aunque no sea mi país, sí que ha sido mi hogar de adopción durante este tiempo.

Para muchos Andorra es una región de España, pero se trata de un Principado independiente dirigido por las instituciones locales, el primer ministro francés y el arzobispo de la Seu d’Urgell.

Al ser un país ubicado en el corazón de los Pirineos, su clima es el propio de alta montaña, además es un país rico en agua, por lo que los paisajes se cubren de ríos y lagos a lo largo de su geografía. Su holografía y difícil acceso han hecho que a lo largo de los años se hayan mantenido muchas tradiciones, detalles que se notan en el carácter y la forma de ser en el día a día de sus habitantes.

Al tratarse de un lugar fronterizo y en cuanto a idiomas se re ere, el idioma o cial es el catalán, que convive perfectamente con los idiomas o ciales o de extenso uso como el: francés, español y portugués.

Vista aerea de Andorra la Vella

Al ser un país de montaña, el deporte y las actividades al aire libre son las grandes protagonistas: esquí, trekking, escalada, descenso, todas as actividades de outdoor tienen su lugar entre la verticalidad de las montañas andorranas.

La gastronomía es una mezcla de productos y recetas propias, con in uencias españolas y francesas, con una gran variedad de sabores y texturas que recuerdan a la cocina de verdad.

Desde hace años se ha publicitado el país como un lugar de compras, debido a que es un puerto franco y a los bajos impuestos, las compras son más económicas que en otros países.

El Valle del Mandriu
Vistas desde la estación de Vallnord
Vistas desde la estación de Vallnord

Sin embargo por lo que vale la pena visitarlo, no es por la compra de productos baratos, si no por la posibilidad de poder descubrir preciosos pa- rajes y disfrutar de las vistas de los Pirineos desde la cima de sus montañas sientiendo la pureza del aire, el frescor del viento y la esencia de la naturaleza a menos de 3 horas de Barcelona.

Quien tenga la oportunidad de visitarla, seguro que quedará prendado de su belleza.

Elena Cárdenas, diseñadora,

comunicadora y escritora vocacional.

Es española de Barcelona, y actualmente vive en Berlín.

Vista panorámica de Andorra la Vella desde uno de los miradores que la rodean

...Vem verão!


Minha primeira viagem foi tão boa que uma semana foi pouco pra tantas coisas bacanas. Acabei voltando e ficando quinze dias pra me satisfazer e apresentar Porto Seguro à minha filha Duda. Um tour maravilhoso!


Praia de Taperapuan, próxima de alguns pontos turísticos bem interessantes, Memorial da Epopéia do descobrimento, onde existe a réplica do barco em que Pedro Álvares Cabral “descobriu” o Brasil. Adiante, no alto da colina, as primeiras casas e igrejas construídas no Brasil.
Os maiores complexos de lazer estão ali e proporcionam muita música, brincadeira, dança... diversão e galera animada o dia todo! Há diversas opções esportivas, como o banana boat, caiaque, stand-up, e a água do mar é quentinha!
Barramares, praia, ensaios Olodum, luau, shows


No centro tem agências que oferecem vários passeios. O de chalana foi dos melhores, recomendo pra quem gosta de agito, pessoas de diversos lugares, fotos, depoimentos, gravações... depois tudo vira lembranças.
A Van busca no hotel, vai rumo a Sta Cruz de Cabrália, o passeio é pelo rio João Tibá, pela vila Santo André, onde a seleção alemã se hospedou e Ivete Sangalo tem casa.
Ilha do sol, corais, banho de lama e almoço. Após, rede, caranguejo, manguezais. Um misto de coisas legais até o fim do dia.


Praia Coroa Vermelha tem aldeia, estátuas, tribo indígena pataxós e no trajeto índios mostram costumes, tradições. De quebra, dá para arriscar o arco e flecha. Artesanatos, camisetas e preço justo.
Trancoso, praia com barracas onde se come bem. Aliás, feijão tropeiro e farofa acompanham os pratos para duas pessoas com valor acessível, tendas e cama pra relaxar.
Existe o quadrado, uma praça com antigas casinhas de pescadores, hoje lojinhas, e no caminho se vê a casa da Elba Ramalho.


Arraial D´Ajuda chamou atenção, uma rua estreita só de restaurantes, comidas típicas, mirante colorido, fitinhas e pedidos ao Senhor do Bom Fim.
Na Praia do espelho as águas são cristalinas. Lá provei um peixe maravilhoso.


Ilhas dos aquários é mágico, golfinhos, tubarões, raias. A travessia é feita  com balsa. A trilha sonora fica por conta do forró, axé, eletrônica, som ao ar livre.
Na Passarela do Álcool, o nome diz tudo, capeta, comida baiana, lojinhas e souvenirs.
Alegria que contagia. Se Deus permitir, voltarei!

 

Desde guria sempre amei viajar.

Botar o pé na estrada, desbravar novos lugares e conviver com as diferenças sempre me fascinaram. Santiago de Compostela foi uma dessas experiências.
Nunca tinha feito planos para realizar “El Camino”, mas a oportunidade surgiu e eu comecei a me preparar.
Procurei saber mais sobre Santiago e seus peregrinos. Trata-se basicamente de uma jornada espiritual a procura de auto conhecimento. São vários os motivos que levam as pessoas para lá. Não tenho dúvida.

Já eu, não tinha nenhuma intenção espiritual ou esotérica. O que me estimulava era a sensação de encontrar um mundo novo e desconhecido. Minha motivação era a aventura, simplesmente. Mochila pronta, pé na estrada! Comecei a peregrinação em Ponferrada (Espanha). Cada dia uma cidade diferente. Fazia uma média de 18 km diários e quando sentia o corpo esgotado, tudo o que eu queria e a simpatia dos moradores fazia daquele trajeto uma alegria para os olhos e aconchego para a alma.



Ia encontrando cada vez mais peregrinos. Eram muitos, vindos de todos os lugares. Eu percebia a mescla de idiomas no ar.
Me chamou atenção um senhor que caminhava só. Um peregrino solitário. Cabeça baixa com seus pensamentos. É... O trajeto é o mesmo, mas cada um traz consigo suas dores, alegrias e procura por suas respostas.
Lembrei de uma plaquinha que volta e meia aparecia na estrada: “ No existe el camino, el camino se hace al caminar.”
E segui, dia após dia, driblando o cansaço, pernas doídas e bolhas nos pés, mas tomada por uma energia incrível.
Foram vinte dias caminhando no sol, chuva, frio e calor, até q cheguei em Santiago de Compostela, envolvida por uma emoção indescritível. Eu consegui!!!

Todo esforço tem sua recompensa. Desistir é bobagem. Seguir em frente e superar as diculdades é superar a si mesmo. Esse é o barato da vida!! Fiquei por lá mais dois dias, com meus pensamentos. Introspectiva...

Gracias, Santiago de Compostela.

 



 

 

 

 

 

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 • Publicado na Revista Usina da Cultura - número 32 - Janeiro de 2016

Imagino o mundo sem poder viajar, aff, não seríamos tão felizes. Gracias Santos Dumont, guerreiro da aviação, que ligou as veias do mundão. Minha gratidão!

Um dia, ainda adolescente, sonhei ser comissária de voo. E, não bastando, idealizei sair fora do Brasil e conhecer uma outra cultura, língua e pessoas. Como seriam os costumes, vida, afazeres e belezas desse novo lugar? Comecei pelo sonho pioneiro e fui atrás de uma vida cheia de decolagens e pousos. Logo após, me deparo com um lugar desconhecido, totalmente by my self. Ufa, cheguei, legal! Aqui tudo é maravilho! E agora, o que eu faço se só sei dizer to be or not to be? (rsrs). E, se duvidar, falando errado.
Tirei um visto de estudante que me deu direito a ficar na Austrália por 4 meses e garantir minha passagem de volta. Prorroguei a volta e fiquei um ano. Fui eu, atrás de vida, saúde, praia, sonhos e realizações. A Austrália me foi sugerida e eu amei a experiência! Foi um ano de grandes encontros. Brasileiros fora do Brasil Praias e campos misturados, cangurus selvagens, coalas fofinhos!



Meu primeiro trabalho foi na pizzaria de um armênio, onde fazia um pouco de tudo. Delivery de pizzas, cozinhava, atendia o restaurante, limpeza e até pedidos ao telefone eu arrisquei! Simples, mas para uma iniciante brasileira, foi meu ápice! Bah, já me sinto nativa. E foi quando comecei a entender, a me comunicar e a me expressar em inglês. Delícia quando você consegue conquistar seu objetivo. É um momento de realização! E por aí vai, segue o rumo de vida Australiana, outros trabalhos, mais amigos, encontros, aprendizado e realizações.

Fica a minha dica sobre o sentido da vida: é correr riscos, viver intensamente e ir atrás de algo que tenha sentido e valor para você, seja a sua carreira profissional, encontrar amigos, viver um amor! O sentido da vida é viver com tesão!

Hoje, sou muito feliz em São Chico!

Fernanda Mumbach

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• Publicado na Revista Usina da Cultura - número 31 - Dezembro de 2015

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