O Resto da Viagem de Ida - por Franco Vasconcellos

O Resto da Viagem de Ida - por Franco Vasconcellos

Retomando da história da semana passada: Entraram na casa da nossa anfitriã e fizeram uma bagunça fenomenal. Ficamos muito chateados, pois a desconhecida, que levantara de sua cama às 4h30 da madrugada, para nos acolher, havia sido vítima, justamente, no período que havia separado para nos atender. A viagem continuava a dar sinais de que não seria das melhores. Confesso que cheguei a pensar em desistir.
Família inteira na capital... esperamos chegar às 8h da manhã e fomos ao Barra. Ali tem um hipermercado, onde poderíamos nos entreter por algumas horas, para que o dia passasse mais rápido. Ela insistiu e nos levou.

Liquidação
No marcado, havia uma super liquidação de cama, mesa e banho. Óbvio que não podíamos deixar de aproveitar. Esquecemos que já tínhamos malas, mochilas e sacolas abarrotadas para a bagagem. Fomos comprando... muito volume. Quando o shopping abriu, mais compras. Até que, na hora combinada, a nossa condutora, que havia insistido para nos acompanhar até a rodoviária, apareceu. Finalmente era hora de, outra vez, embarcarmos. Calor, sede, crianças pequenas, xixi, cocô, enjoo, Dramin... Insistimos e prosseguimos viagem. Foi tranquila até o nosso destino.

Ho, ho, ho
Era semana de Natal e, no outro dia, mais descansados, fomos às compras. Que loucura! Conseguimos atender todas as “encomendas” e ainda pensar na ceia... lombinho recheado, peru, sobremesas... frutas secas e castanhas... Na véspera de Natal, reunimos a família, trocamos presentes, celebramos o nascimento do Cristo e nos recolhemos. Passamos uma semana reformado e requentando restos do jantar festivo. Tudo perfeito e como manda o figurino. Mas o pensamento na viagem de retorno para casa me causava arrepios.

E agora, a volta
Inexperientes em empreitadas desse tipo, como já te adiantei antes, havíamos nos esquecido de todo o volume de bagagem que levamos para o veraneio, compramos mais no shopping, compramos mais para o Natal, sem falar nos inúmeros presentes que ganhamos... até uma casinha de boneca integrava o conjunto. A bagagem não cabia em um automóvel comum. Tivemos que, no momento de ir para a rodoviária, ocupar um para as malas e outro para a família. Seguimos para Porto Alegre, e de lá, para Nonoai. Na rodoviária, apenas um táxi... o enchemos com toda aquela tralha e fomos a pé para casa.

LEIA A PRMEIRA PARTE: Daria um Filme (A ida) - por Franco Vasconcellos

Franco Vasconcellos e Souza, gaúcho de Erechim, escreve sobre o cotidiano e aceita sugestões dos leitores

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