Uma paixão chamada antigomobilismo - por Adelar Colombo

Uma paixão chamada antigomobilismo - por Adelar Colombo

Desde criança tenho uma paixão: admirar carros clássicos da minha época e os anteriores a ela, também.

Geralmente, todo colecionador de carros antigos tem uma história que dá origem a essa admiração. Pode ser, por exemplo, a cena de um filme, seja romântico ou de ação, o qual um ator foi fundamental em mostrar aqueles carros de época, com seus designers futurísticos e clássicos. Até alguns anos atrás, admirar carros antigos era para pessoas mais velhas. Hoje, jovens e crianças estão cada vez mais interessados nesses modelos, pesquisando, tirando fotos e se aprofundando nas questões de cada veículo, motor, acabamento. Antigamente, se usavam muitos adornos em carros. Existia, inclusive, uma grande concorrência entre os montadores em criar e embelezar os modelos que produziam.
O grande auge foi nas décadas de 50 e 60, onde foram criadas grandes obras de arte como carros conversíveis e carros de amplo espaço interno, com seus motores V8, de grande porte para a época, onde o fator principal era o conforto, a potência e o status, e o consumo de combustível não era o problema.
Atualmente, o Antigomobilismo impulsiona essa paixão. Seus participantes rodam com seus clássicos até os encontros de carros antigos por todo o país e até mesmo fora do Brasil. A diversão é garantida, pois encontramos amigos, trocamos informações e buscamos novas ideias dos carros expostos em cada encontro.
Os colecionadores abrem mão de carros modernos para assim curtir uma viagem com um clássico fabricado a mais de 30 anos. São aventureiros que buscam resgatar o passado e o gosto por carros antigos.



 


• Publicado na Revista Usina da Cultura - número 18 - Outubro de 2014

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