Machu Picchu - Uma viagem inesquecível - por Livina Vianna

Machu Picchu - Uma viagem inesquecível - por Livina Vianna

A viagem foi idealizada na década de 90, portanto um sonho que se realiza. A cidade de Machu Picchu, encontrada em 1911 por um arqueólogo americano, está localizada na região do Peru da Cordilheira dos Andes, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba. É chamada de "cidade perdida dos Incas", que por seu encanto se constitui em uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo.

A construção de Machu Picchu data do século XV, formada por área urbana e agrícola. Na parte urbana encontramos ruínas de construções de pedras onde ficavam as  casas, os templos, os aquedutos e as praças. Na parte agrícola encontram-se degraus que formavam terraços onde os incas praticavam a agricultura. Todo o conjunto mostra o nível de desenvolvimento da civilização inca, sendo considerada Patrimônio Mundial da Unesco.

A região alta foi escolhida pelos incas porque acreditavam que assim estariam mais próximos dos deuses. O nome  Machu Picchu na língua do povo inca, quer dizer  "velha montanha”. Da construção original restaram aproximadamente 30% da cidade, facilmente identificada pelas pedras maiores e pelo encaixe com pouco ou quase nada de espaço entre as rochas, o restante foi reconstruído.



O Peru tem no turismo uma de suas mais importantes fontes de renda e a cidade de Machu Picchu  é um dos pontos mais visitados de turismo cultural. Não existe uma rodovia no Peru que leve diretamente ao lugar, com o objetivo de controlar o fluxo de turistas, por ser uma reserva nacional. 

Saímos de Cusco rumo ao Vale Sagrado dos incas, até Ollantaytambo, onde pegamos o trem e em aproximadamente 3 horas chegamos ao povoado de Águas Calientes para pegar o micro-ônibus e chegar ao topo da montanha. Lá se encontram as edificações. Surprendente! Entre elas chama atenção o Templo do Sol, a Residência Real, o sistema de drenagem e circulação da água em canais que percorrem toda a zona urbana e a orientação solar das construções, tudo narrado com muita paixão, por um guia local. 

A energia do alto da montanha é mágica, provoca profundas reflexões e incentiva o agradecimento a Deus pelo privilégio de poder estar naquele lugar.

Livina Aurelia Rolim Vianna

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