Timidez na Infância: Limite entre o “normal” e o “patológico” - por Thainá Rocha

Timidez na Infância: Limite entre o “normal” e o “patológico” - por Thainá Rocha

Algumas famílias têm como ideal uma criança desinibida e comunicativa, porém é preciso respeitar os traços da personalidade daquela que se apresenta um pouco retraída, mas que se relaciona bem com as pessoas ao seu redor. A timidez não é um problema quando se manifesta dessa forma. 

Esse comportamento merece atenção dos pais quando começa a provocar sofrimento para a criança. Ou seja, quando essa timidez passa dos limites de normalidade e começa a prejudicar o convívio social.

Crianças excessivamente tímidas correm o risco de mais tarde desenvolver transtornos de ansiedade e fobia social.



Percebendo os sinais de alerta:

  • A criança se isola, não faz amizades, prefere ficar sozinha no quarto a brincar com os amiguinhos;
  • Precisa da ajuda dos pais para tudo;
  • Não consegue transpor um obstáculo para realizar alguma tarefa, como solicitar ao professor para ir ao banheiro, pedir alguma informação ou realizar alguma tarefa na escola;
  • Tem medo de errar e se exige ao máximo, temendo a reação das outras pessoas. Com medo de errar, os pequenos evitam tomar a iniciativa e preferem ficar isolados;
  • Prejuízo também no rendimento escolar, onde as crianças não solicitam o professor e nem mostram o que sabem, falando pouco e não interagindo no coletivo.

Tão importante quanto perceber é saber como ajudar seu filho. Não exija que faça mais do que ele consegue. Incentive-o a se expressar e respeite o tempo dele. Dependendo da gravidade, procure ajuda profissional. 

 

 

Thainá da Rocha Silva Psicóloga especialista em infância e adolescência.

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