Usina da cultura: como tudo começou

Usina da cultura: como tudo começou

Partindo da ideia de que a comunicação é essencial para o desenvolvimento das sociedades, Cecilia Sanchez, designer, e Alex D’ El Rei, informático, decidiram apostar nesse setor na pequena cidade de São Francisco de Paula, na serra gaúcha. Porém esta revista deveria ser um meio de comunicação com informação útil para o crescimento positivo a comunidade, algo que ajudasse a construir uma sociedade mais sadia, criando também espaços de intercâmbio cultural.

A este empreendimento, fortemente baseado em uma “utopia”, rapidamente se uniu Mercedes Sanchez, quem baseou sua vida e profissão em procurar meios que possibilitem o desenvolvimento do ser humano. Fundadora da Universidade Aberta em São Francisco de Paula, fez de sua vida uma ferramenta para ajudar a construir uma sociedade melhor.

O lançamento da revista foi a culminação de um trabalho prévio de 6 meses, onde foi realizado o projeto editorial, acompanhado de toda a construção da imagem da revista. Como ela deveria ser? Que tipo de informações deveria ter? Que linguagem deveria usar? “Nestes meses prévios ao lançamento, as ideias foram tomando forma, e em seguida pudemos partir para a parte das vendas, conta Alexandre. Ali era o momento da decisão. Se o comércio decidisse apoiar, este projeto se tornaria realidade”.

Para celebrar o lançamento, foi realizado, no Lago São Bernardo o 1º Domingo da cultura, um dia recheado de música, oficinas culturais, jogos, entre outras atividades, realizado com a colaboração de pessoas da cidade, que acreditam que unindo forças podemos mudar as coisas. Sem dúvida, sucesso total. Para a equipe foi um empurrão muito importante, em meio à todas as dificuldades, encontrar tanto apoio.

Alguns meses e edições mais tarde, a redação da revista recebe mais uma integrante: Clarines Thewes, cheia de vontade de colaborar para que este projeto não deixasse de ser uma realidade. Através de sua dedicação, contribuiu positivamente para a consolidação da revista, fazendo com que esta subisse mais ainda seu padrão de qualidade.

Após um ano nesta caminhada, o balanço é mais que positivo. “Os leitores adoram a revista, o retorno que temos é maravilhoso.

Os profissionais têm um espaço onde expôr seus conhecimentos, e qualquer um que se disponha, consegue um exemplar gratuito. Infelizmente a tiragem ainda não é tão grande como gostaríamos, para isso precisaríamos de um maior apoio econômico. Mas estamos contentes, pois a edição impressa abrange 20% da população urbana, e a versão online já tem seguidores em todos os estados do Brasil. Desta forma conseguimos também que São Chico seja conhecido a nível nacional, e até mesmo internacional, com leitores em países como Argentina, Espanha, México, Bolívia, França, Inglaterra, Alemanha e Japão” - conta Cecilia, editora da revista.

Só nos resta agradecer a todos pela acolhida deste projeto, sua participação e o desejo de poder continuar melhorando, para que toda a comunidade de São Chico se beneficie através dele.

Parabéns à equipe,
e MUITO OBRIGADO pelo apoio dos leitores, colaboradores e anunciantes.

USINA DA CULTURA SOMOS TODOS.

 

 

 

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