Redação Usina

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São Francisco de Paula promove 2ª Feira Medieval e 20ª Feira do Livro stars

A cidade entra novamente em clima de magia de 19 a 21 de outubro, às margens do Lago São Bernardo

 A Prefeitura Municipal de São Francisco de Paula em parceria com a Secretaria de Educação e com o SESC, promovem neste mês a 2ª Feira Medieval e a 20ª Feira do Livro. O evento ocorre de 19 a 21 de outubro no Lago São Bernardo, uns dos mais belos cartões postais da Serra Gaúcha e repete o sucesso da edição anterior ao trazer a magia medieval para tratar de literatura, arte e cultura. 

A programação conta com atividades com a temática medieval, oficinas de dança, shows de música celta e palestras com escritores locais.  Renato Velho, do grupo Bando Celta, é um dos organizadores da feira medieval, que com o apoio do SESC tem o objetivo de propor uma imersão cultural na idade média de forma lúdica e descontraída, promovendo a literatura fantástica. “A ideia de uma feira medieval surgiu durante um trabalho sobre música folclórica mundial que fazíamos há 5 anos. Percebemos que havia público mas que não havia eventos desse tipo no sul do Brasil”, conta Renato Velho.

A Secretária de Educação Ana Paula Ferreira Cruz ressalta a importância de trazer a educação para fora da sala de aula na forma de cultura e arte. “É mais uma forma que nós trabalhamos a educação integral nas nossas escolas. A Feira do Livro e a Feira Medieval trazem de forma lúdica o ensino para o espaço urbano , aproximando aluno, cidade e educação”, observa a Secretária.  Além da magia medieval, a 20ª Feira do Livro traz escritores locais que participarão de bate-papos durante os três dias de evento, bancas com venda de livros e exposição do 1º Concurso de desenhos, frases, versos e poesias, projeto desenvolvido em toda a rede municipal.

Quando: de 19 a 21 de outubro

Onde: Lago São Bernardo em São Francisco de Paula

Entrada franca

 

O Homem Que Dormia Sentado - por Bernardo Dal Pai stars

Hoje, eu acordo. Hoje, eu vivo. Todas as chances que já tive, todas as coisas que já me disse. Se pudesse voltar no tempo, voltaria. Não para me intrometer, apenas para viver novamente. Apenas para viver intensamente.

Do seu sorriso eu me lembro, nesta cadeira eu o revivo várias vezes em minha cabeça. Após um banho, após o almoço e antes da janta, eu me lembro. Lembro-me de todas as coisas que já vivi. Sinto-me fútil e um pouco confuso ao desfrutar de um momento que não me era precioso.

Na hora de dormir, sinto uma dor em minhas costas. Acima de minha cicatriz, das guerras que lutei. Das brigas de bar que já enfrentei. Após um doce bocejar, pego um álbum de fotos que havia dentro de minha cabeceira. Folheando-o vejo as fotos de meus amores, meus filhos e meus netos.

“Aqui jaz aquele que sempre olha por ti.”

Uma carta entregue por meu pai a mim, por meu irmão. Ele mesmo. Que tanto me odiava na infância e, no fim, levou um tiro em meu lugar. Acredito que não me recordaria da última vez que estivemos juntos antes da guerra.

Deito-me em minha cama. A mesma que um dia fora uma maravilha deitar-me, agora apenas me incomoda.

Me levanto e vou para a sala. Cheia de papéis e balas de minha espingarda. Estas já foram mais bem usadas em uma noite atrás. Vou até minha cozinha, esperando que um café quente me acalme.

Voltando para a sala, sento-me em minha cadeira de balanço. Feita de madeira, um assento duro porém confortável. Melhor que minha cama feita do algodão mais macio. Balanço-me um pouco, antes de deixar os sonhos me levarem.

Meus olhos se fecham e eu adentro em um mundo perfeito. Após nove anos lutando na guerra, meu paraíso não podia ser outro se não a mesma. Após tantos anos trabalhando e brincando com meus netos, percebo que esta cadeira é mais macia com seus apoios braçais faltando, graças às brincadeiras deles.

Finalmente adormeço e dou meu último suspiro. Finalmente volto para minha casa, a mesma que a muito há tirara a vida de meu irmão. Em meu último suspiro, vejo minha velha espingarda em minhas mãos e meu velho uniforme de guerra em meu corpo. Por fim, ao final da vida, percebo que meu paraíso é minha lembrança mais preciosa, mas também é a que mais odeio.

 

Autor: Bernardo Dal Pai

Se diz cria de São Chico, mas nunca fez uma excursão com a Transneves stars

Transneves Transportes Rodoviários, 21 anos de história e tradição transportando pessoas e sonhos

 

Serra Gaúcha + TRANSNEVES!!!! Tudo de Bom!!!!!

Publicado por Transneves Transportes Rodoviários em Segunda, 20 de fevereiro de 2017

 

Quando pensamos em transporte de pessoas em São Chico, a Transneves Transportes Rodoviários é a primeira opção que nos vêm à cabeça, não é mesmo? Seja para uma viagem mais longa, transporte escolar e universitário ou mesmo para circular dentro da vasta área do município e seus muitos distritos, a empresa sempre atende com o carinho especial que o cliente merece.
Com 21 anos de história, a empresa familiar começou pelas mãos do pai Evorico Neves dos Santos, 67, que passou aos filhos Diego e Douglas Neves o gosto pela estrada e o controle da empresa. Evorico, que saiu da Vila Seca, interior de Caxias do Sul para tentar uma vida melhor, iniciou o que ao longo dos anos se tornaria uma empresa de sucesso, empregando em torno de 80 funcionários.


Evorico Neves no centro com os filhos Diego à esquerda e Douglas à direita. Crédito: Acervo Transneves.

“Cheguei em São Francisco com 24 anos, trabalhava cortando mato na Agrosinos. Carregávamos e descarregávamos caminhões ‘no braço’ não havia os maquinários que existem hoje. Mais tarde, em sociedade com um amigo, tive uma serraria, mas ela não durou muito tempo, então fui trabalhar como motorista particular do médio e ex-prefeito Sérgio Maggi, também fui taxista e caminhoneiro”, conta o patriarca da família.

O começo da empresa
Um Mercedes ano 1970 foi o ônibus número um da Transneves. Durante quatro anos, de segunda a sexta-feira transportava os trabalhadores da extinta fábrica de calçados Ortopé, e nos finais de semana levava excursões para bailes e festas na região. “Com o passar do tempo o Dr. Sérgio assumiu a Prefeitura e me chamou para fazer o transporte escolar. Eu disse que só tinha um ônibus e ele me respondeu: ‘vai dando um jeito aí’”, conta Evorico. “Sabe como é no interior, estradas ruins, ninguém queria o serviço. Aluguei umas Kombis e mais o ônibus e fui fazendo”, relembra.


O primeiro ônibus da Transneves, um Mercedes ano 70. Crédito: Acervo Transneves.


O início de uma frota que hoje chega a 50 carros. Crédito: Acervo Transneves.

O Legado deixado para os filhos
Com a mesma dedicação que o pai ergueu a empresa, os filhos Diego e Douglas Neves seguem tocando a Transneves e mantendo-a reconhecida em todo o Estado. Diego, que hoje administra o local, afirma que o trabalho duro e o esforço contínuo são para o cliente sempre receber o melhor atendimento. “Não importa qual seja a frente de serviço, nós sempre atendemos bem nosso cliente, porque nossa missão é sempre fazê-lo sair satisfeito”, reforça Diego.


Ao longos dos anos a empresa consolidou-se como uma das mais importantes da região no segmento de transporte de pessoas. Crédito: Acervo Transneves

Transportando sonhos
Com uma frota de cerca de 50 carros, entre ônibus, micro-ônibus, vans e Kombis, a Transneves atua no segmento de turismo, fretamento e transporte escolar e universitário para fora da cidade. Aproximadamente 4 mil universitários utilizam de segunda à sexta-feira transportes da empresa para se deslocarem de São Chico até a Unisinos (São Leopoldo), Feevale (Novo Hamburgo), Faccat (Taquara), UCS Hortênsias (Canela) e Ulbra (Torres, partindo de Cambará do Sul). E nos finais de semana e feriados, a Transneves terceiriza seus serviços para empresas de turismo gaúchas, brasileiras e da América do Sul.
“Transportamos, sem dúvida, mais de 20 mil pessoas todos os meses em nossos segmentos de transporte”, afirma Diego Neves.
Além disso, a empresa também possui uma frota de caminhões, todos baús frigoríficos, nos quais trabalha exclusivamente para o transporte da produção avícola de uma empresa gaúcha.

 
De São Chico para o mundo: recente viagem ao Chile, em 15 de outubro de 2017. Crédito: Acervo Transneves.

Viagens internacionais
Muitos não sabem, mas a Transneves faz viagens para fora do país também. Uruguai, Argentina e Chile foram destinos já percorridos pelos veículos da empresa. Recentemente, em outubro de 2017, a empresa levou um grupo de uma associação de Canela para o Chile.

Serviço
Transneves Transportes Rodoviários
Rua General Osório, nº 66, Centro, São Francisco de Paula-RS
(54) 3244-2166 / (54) 99997-6418 / www.transneves.com

 

* Esta é uma publicação patrocinada.

 

Texto: Karine Klein
Fotos e vídeo: Acervo Transneves

Um culto ao fogo em meio à natureza

Parador Hampel reuniu cultura e gastronomia em projeto que movimentou São Chico no domingo

Mais que um evento gastronômico, uma verdadeira experiência sensorial é o que o Parador Hampel vem proporcionando a seus convidados com o projeto “A Ferro e Fogo”. Com início em 2015, para uma aula do Prazeres da Mesa, em São Paulo, o projeto foi criado pelo chef Marcos Livi, que trouxe a atração para São Chico no carnaval de 2017. Ontem, 04, mais uma edição movimentou o Parador, levando sensações e emoções através dos cinco sentidos.

Ao som do bumbo leguero, do violão e de uma das vozes mais queridas do Rio Grande do Sul, Ernesto Fagundes e seu irmão Paulinho trouxeram grandes sucessos da família, em clima descontraído, que nem a chuva foi capaz de dissipar. “Estamos aqui hoje com uma sonoridade mais roots, música da terra mesmo, que combina muito com o ambiente aqui. O coração do tambor, junto com uma harmonia refinada, eu acho que é por aí que a gente faz uma trilha ao vivo para esse encontro, recebendo as pessoas, o chimarrão, acho que isso tudo combina muito”, disse Ernesto Fagundes, que entre uma música e outra esbanjava simpatia em interação com os presentes.

Com uma sonoridade de raíz, Ernesto Fagundes e seu irmão Paulinho deram a trilha do A Ferro e Fogo.

“Eu acredito muito é nesta integração da cultura e gastronomia com a música, com o turismo. O gaúcho não conhece o Rio Grande do Sul ainda, a gente tem um potencial maravilhoso para exportar para o mundo e para receber gente do mundo inteiro. Por isso quero dar os parabéns ao Livi e a todos os organizadores deste A Ferro e Fogo”, disse o músico.

O protagonista do dia, claro, foi o cardápio. Um típico churrasco campeiro assado em fogo de chão. Uma variedade de carnes como costelão bovino, leitão, cordeiro patagônico, linguiças e salsichões. Além de legumes e frutas assados, acompanhados por delícias servidas no restaurante Ana Terra, como arroz carreteiro, feijão campeiro, aipim e polenta frita, batata doce, saladas, moranga caramelada, e claro, sobremesas típicas como pudim e ambrosia, foram o deleite de quem participou da edição. Em torno de 150 pessoas estiveram presentes no evento, para o qual foram preparados 230 quilos de carnes.

Tempo e paciência, os segredos do assado de Sebastião Nogueira.

O responsável pelo churrasco foi ninguém menos que o mestre assador bageense, Sebastião Nogueira, conhecido por suas habilidades em desossar e preparar a carne. Para o evento, o assador conta que começou a acender o fogo às 3h e pôs as primeiras costelas às 4h30min. Na hora do almoço, o cheiro era irresistível. “Eu uso uma técnica muito simples, que é o churrasco campeiro, que hoje está um pouco esquecido, na verdade, não é muito comum de se fazer, porém não tem segredo, o importante é o tempo de fogo e a salmoura”, conta. “Além de comer, as pessoas vêm para se alimentar com os olhos”, afirma.

Para o casal de Porto Alegre, Bruna Guimarães e Flávio Vegini, que foram ao Hampel exclusivamente para participar do A Ferro e Fogo a convite de uma amiga que fez um encontro no local, a experiência valeu a pena. “Muito lindos, tanto o local como o evento, queremos vir com mais calma para poder aproveitar também as instalações do Hotel. Adoramos esse clima de aproximar as pessoas e integrar, voltaremos, sem dúvida”, disseram.

Flávio Vegini e Bruna Guimarães, de Porto Alegre, compareceram e se encantaram com o evento.

O chef Marcos Livi, além de idealizador do projeto e proprietário do Parador Hampel, é um conhecedor da arte de fazer churrasco, e contou um pouco sobre essa história milenar. “Quando falamos em churrasco pensamos nos gaúchos, porém a cultura do churrasco é algo que começou muito antes de nós. Nos apropriamos dela e pegamos a tradição das ‘espetadas’ que vieram das ilhas portuguesas, da cultura moura. Pela influência espanhola, na fronteira se assa o churrasco deitado, e acabou que se espalhou essa forma de assar. Os índios no Rio Grande do Sul gostavam da carne mal passada, sabiam o que era bom, mas os jesuítas lhes obrigavam a assar bem as carnes”, explicou.

"O fogo nos une", é com esta certeza que o chef Marcos Livi recebe os visitantes para o A Ferro e Fogo todos os domingos. 

Livi reforça também que o evento, apesar de ter protagonismo no churrasco, é um culto ao fogo. “Acredito que o fogo seja o símbolo maior do Rio Grande. O fogo nos une. Uma fogueira, uma lareira, um fogo de chão. Um casal olhando para o fogo diz tudo sem dizer nenhuma palavra”, divaga. E deixa a proposta do evento como convite para visitantes, hóspedes ou não. “Venha, sente, ande. Passe o domingo com a gente, apreciando a cultura do fogo”.

Reunindo talentos da gastronomia e da cultura brasileira, em suas diversas manifestações, para uma confraternização ao redor do fogo, e em meio à natureza, cercado por 21 hectares de área nativa, o projeto A Ferro e Fogo acontece todos os domingos, começando pela manhã.

Com a casa cheia o Parador Hampel brindou mais uma edição do projeto que enaltece a cultura e a gastronomia daqui.

Para os próximos meses novas atrações já estão programadas, como os chefs Alexandre Reolon, Zi Saldanha, Márcio Ávila, Romulo Morente, os Ogros Marcelo Neves e Guto Senra, além do músico Alemão Ronaldo. Para participar do almoço é necessário garantir reserva pelos telefones (54) 3244-3655 e (54) 3244-1363 ou através do site www.paradorhampel.com.

 

História, natureza, tradições. O Parador Hampel é isso e muito mais, basta se dispor a apreciar.

Serviço
A Ferro e Fogo - todos os domingos. R$ 80,00
Parador Hampel - Rua Boca da Serra nº 445, São Francisco de Paula - RS
Telefones: (54) 3244-3655 / (54) 3244-1363
Mais informações: www.paradorhampel.com

 Fotos e vídeos: Cecilia Sanchez/ Texto: Karine Klein

Declaração de imposto de renda: o que faço?

Chegou aquela época do ano que para muitos é sinônimo de correria e dor de cabeça. Dia 1º de março inicia a temporada do Imposto de Renda 2018, e segue até o dia 30 de abril. Durante este período muita gente se vê em meio ao caos e sem saber muito bem como proceder com os documentos e informações de que necessita.

As restituições começam a ser pagas em junho e seguem até dezembro, para os contribuintes que têm direito e cujas declarações não caiam na malha fina. Quem envia a declaração no início do prazo, sem omissões, erros ou inconsistências, recebe primeiro as restituições do Imposto de Renda. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Por isso é importante não deixar para a última hora e contratar os serviços de empresas confiáveis para não correr risco de ficar em dívida com o Leão.

A H Teixeira Contabilidade há 54 anos presta assessoria nesta e em muitas outras necessidades da comunidade. Localizada na Rua 3 de Outubro, nº 46, o escritório contábil consolidou-se ao longo das décadas, desenvolvendo um trabalho que visa assessorar e atender às necessidades dos clientes, dentro dos critérios legislativos, desenvolvendo novos processos de fluxo de documentos, controles internos, rotinas provenientes do departamento pessoal e processamento do setor fiscal-tributário, visando a redução direta dos custos e maior lucratividade com os novos planejamentos fiscais e gerenciais que permitam a tomada de decisões estratégicas.

Serviços prestados e departamentos

- Contábil: escrituração contábil, elaboração de relatórios societários, contábeis e gerenciais, SPED CONTÁBIL, de acordo com os princípios da contabilidade. Equipe especializada Elaboração da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), Declaraçãoo de Débitos e Créditos de Tributários Federais (DCTF), cálculos, revises e análises de Imposto de Renda e da Contribuição Social.

- Societário: estudo da viabilidade na criação de empresas, associações, cooperativas e condomínios. Encaminhando e acompanhando todo o processo, entregando ao cliente a empresa pronta para iniciar suas atividades.

- Pessoal: atua nas áreas trabalhista e previdenciária, para atender com qualidade e presteza, clientes que procuram por serviços personalizados. Equipe treinada e atualizada sistematicamente nessas matérias. É responsável por todas as rotinas em suas áreas de atuação, tais como: Registro dos profissionais contratados, Elaboração de folha de pagamento, elaboração de obrigações, tais como: DIRF, RAIS e Informes de Rendimentos, Elaboração de mapas de acompanhamentos de concessão de férias, Assessoria Trabalhista e Previdenciária no atendimento à Fiscalização. Atualmente está se capacitando para o e-social.

- Fiscal: especializado na área de Tributária, sendo responsável pela escrituração dos documentos fiscais e apuração do IPI, PIS, COFINS, ICMS, ISS e SPED FISCAL e SPED contribuições. Responsáveis pela elaboração e entrega das declarações mensais e anuais, tais como a DEFIS, DIRF, DIPJ, DACON, DCTF, SINTEGRA, GIA entre outras. A atualização permanente dos profissionais permite prestar, com qualidade, serviços de consultoria fiscal também, na elaboração de Consultas, Implantação da Nota Fiscal Eletrônica, Processos de Restituição e Compensação de Impostos e na Defesa Administrativa de Autos de Infração.

- Pessoa Física: dois serviços principais são prestados às Pessoas Físicas: elaboração de Declaração de Imposto de Renda: anualmente entre 01/03 e 30/04, em que dentro do que prevê a Legislação, se faz um estudo para que o contribuinte consiga a maior restituição possível ou pagar o mínimo de imposto. E serviços de Departamento Pessoal para Empregadores Rurais e Domésticas: todo o serviço de contratação, demissão, elaboração da folha de pagamento, geração das guias de INSS e FGTS, uma assessoria completa.

Sobre a H Teixeira

Fundada em 1964 por Hernato Teixeira, a empresa começou quando Hernato, aos 19 anos ganhou uma máquina de escrever de seu pai Hernani Teixeira. Em uma salinha na antiga Associação Rural de São Francisco de Paula, o jovem começou a preencher as guias para os produtores rurais do município. A partir daí iniciou-se a tradição contábil dos Teixeiras. Um pouco mais tarde, Hernato transferiu seu escritório para a casa onde morava e depois, mudou-se para a Rua 3 de Outubro, para uma sala da frente de onde é até hoje a H Teixeira Contabilidade. Atualmente o escritório é administrado pelo filho Thiago Teixeira.

"Ao longo dos ultimos 50 anos o mundo empresarial foi se transformando, da mesma forma as empresas de serviços contábeis tiveram que acompanhar essa evolução. Sempre falo aos nossos clientes que devem utilizar nossa empresa como uma ferramenta facilitadora, como o principal parceiro que estará lado a lado para auxiliar a tomar as decisões corretas com o objetivo de alcançar o sucesso", comenta Thiago Teixeira.

O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 08h30min ao meio dia e das 13h30min às 17h30min. Saiba mais sobre a H Teixeira no site: http://www.hteixeira.com.br/

 

 

*Esta é uma publicação patrocinada

Essência da Serra Container: resgate e valorização do artesanato e da hospitalidade local para divulgar São Chico

Sem dúvida, ao passar pela Júlio de Castilhos um container verde chamou sua atenção nas últimas semanas, não é mesmo? No número 842 da avenida principal, abre ao público no dia 2 de março o “Essência da Serra Container”, um espaço dedicado ao que é produzido pelas mãos serranas, à cultura, à história e à hospitalidade do município.

Dentro de uma visão de respeito ao meio ambiente e de união do trabalho dos artesãos locais, o espaço terá vertentes variadas: souvenirs, artesanatos, produtos coloniais, antiguidades e decoração. Parada obrigatória para turistas e moradores que queiram conhecer o que é produzido em São Chico; desde as delícias da mesa, como geleias, compotas, biscoitos, até as manualidades exclusivas de encher os olhos, como crochê, patchwork, trabalhos em palha, madeira, ferro e tecido.

No Essência da Serra, além de lembranças da cidade, criativas e ecologicamente responsáveis, o visitante encontrará um espaço dedicado à história e à cultura do município, trazendo informações para aqueles que visitam e para os que já são da casa. “Aqui será possível aprender sobre São Chico”, conta Maria Lúcia Teixeira, uma das idealizadoras do local.

Foram ao todo cerca de 30 pessoas envolvidas, desde a concepção do projeto até os fornecedores, para se chegar a uma variedade de produtos para todos os gostos e idades. Indo desde a boneca de pano e o carrinho de madeira, até a faca artesanal ou os artigos pets em crochê. Variedade e bom gosto compõem o cenário do Essência da Serra Container.

 

Muito disso se deve ao visual, que une a madeira, o ferro e a vegetação. Numa parceria que deu pra lá de certo, o artista plástico Edmilson Duarte Almeida é o responsável pelo projeto e execução do deck, pergolado e estruturas e ornamentos em ferro. Móveis em madeira de demolição e ferro, com assinatura do escultor também serão expostos e comercializados no local.

 

Com uma motivação empreendedora de resgate e união de artesãos, que muitas vezes deixam de comercializar seus trabalhos por falta de um espaço adequado, surgiu a ideia da necessidade de não deixar essa arte se perder, passando- a e deixando-a acessível também para as novas gerações.“Nossa intenção é valorizar o trabalho feito aqui, pois 90% dos nossos produtos são feitos por serranos. E também divulgar São Chico”. Conta Renata Teixeira, 38, administradora do espaço, que optou por apostar na cidade.

 

SERVIÇO

O que: Essência da Serra Container

Onde: Avenida Júlio de Castilhos, nº 842, Centro, São Francisco de Paula

Recebe pagamento com cartão de crédito

Horário de Funcionamento: Quartas-feiras a domingos, das 9h às 12h e das 13h30min às 18h30min.

 

FOTO: CECILIA SANCHEZ / TEXTO: KARINE KLEIN

Em breve mais novidades da loja Essência da Serra Container aqui na Revista Usina!

São Francisco de Paula dá início à criação do inventário histórico cultural do município stars

Governo do Estado e prefeitura assinam nesta quarta-feira (21) acordo de cooperação técnica com a presença do secretário Victor Hugo na cidade 

Uma ação conjunta entre a Secretaria Estadual de Cultura (Sedactel) e a administração de São Francisco de Paula dará início nesta quarta-feira (21) a execução do sistema de rastreamento do patrimônio histórico cultural do município. O trabalho reunirá técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae) e profissionais da cidade. O acordo de cooperação técnica será firmado oficialmente em São Chico, no prédio amarelo da prefeitura, às 17h, com a presença do secretário estadual da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Victor Hugo, da diretora do Iphae, Renata Galbinski Horowitz, e do prefeito Marcos Aguzzolli.

Com o objetivo de mapear e preservar a história do município para as futuras gerações, o inventário promoverá a catalogação de bens edificados cuja presença arquitetônica seja significativa para identificar a cultura local ou que possuam ligação com fatos importantes para a história do município. Técnicos do IPHAE virão a São Francisco de Paula para instruir e acompanhar uma equipe local formada exclusivamente para atuar na identificação e registro dos bens de valor cultural. O inventário é o instrumento necessário para a implantação da política municipal de preservação.

Os profissionais designados para o trabalho são a arquiteta Tatiane Ferreira Ribeiro, coordenadora de projetos da Secretaria de Planejamento, a historiadora e mestre em Cultura, Cláudia Duarte, e a estagiária Júlia Demenigui da Silva. A realização do Sistema de Rastreamento Cultural tem previsão de até oito meses para a conclusão.

“O envolvimento da equipe local, devidamente treinada e acompanhada pelo Instituto, é a melhor forma de construção do inventário e de aproveitamento do conteúdo pela comunidade”, diz a diretora do Iphae, Renata Horowitz. A documentação final será destinada ao município, ao Iphae e ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O Iphae fará uso das informações como meio de reconhecimento dos bens de valor cultural no município, visando ao estabelecimento das políticas públicas de preservação em nível estadual, cabendo ao município a utilização das informações como instrumento de reconhecimento dos exemplares passíveis de tombamento.

Informações:

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

(51)98122-9680

Alegria e purpurina em Paraty stars

texto e fotos: Andrea Dórea

Pelas ruas da cidade os foliões desfilam sua alegria. Um boneco gigante com a cara engraçada avança em minha direção e do meio de sua barriga sai um grito aterrorizante. Eu grito também.

Na rua paralela o bloco passa colorindo a paisagem e arrastando a multidão. Eu não resisto, engulo em seco o meu medo de multidões e vou atrás da música, o coração disparado e um arrepio que desce pela espinha e se expande pelos braços. Viro criança, misturada na massa que grita de euforia.

Suor e purpurina pelas ruas de Paraty, a alegria é legitima durante os quatro dias de folia, quando o povo esquece a dureza da lida e sai pulando atrás da música. Crianças nas ruas, famílias inteiras, amigos, conhecidos e desconhecidos, não importa, é carnaval. Somos uma massa colorida e cintilante, em fantasias bem humoradas e com a boca escancarada. Carnaval na beira do mar tem gosto de brisa, relax na areia e água do mar para tirar o suor.

Foi no bloco da lama que me deparei com feras e soltei as minhas também. O povo mergulha no mar de lama na ponta da praia da Jabaquara e ali mesmo prepara sua fantasia. Uns usam galhos e folhas como adereços, outros fazem desenhos pelo corpo coberto de lama. O carro desfila em meio a uma fumaça laranja e a multidão sai em marcha bradando um grito de guerra e distribuindo abraços. É impactante, mas quem quer ser abraçado por alguém coberto de lama?

Eu queria uma foto e foi então que notei um grupo de estátuas vivas de lama que gritava, olhando em minha direção. Uma delas se aproxima enquanto preparo o clique, parando perto de mim. Após uma breve hesitação diante do alerta em meu olhar: “não se atreva a me abraçar!”, ganho um abraço de lama com gritos de “uga-uga-ha-ha” e entendo que carnaval é tempo de brincadeiras, deixo a câmera com uma amiga e corro atrás do caminhão de água, que dá banho frio na gente e lava a lama do mangue.

Carnaval em Paraty é sair pelas ruas cantando atrás dos blocos, abraçar os amigos, a roupa grudada no suor do corpo e os pelos arrepiados com a música e a beleza das ruas de pedra. É a cerveja na carrocinha e o sanduba da madrugada. É sair no bairro da Jabaquara seguindo o Bloco do Arrastão e ver que a alegria está disponível para todas as idades, raças, crenças e classes, basta vestir a fantasia do amor e dançar com a multidão.

 

Andrea Dórea é artista plástica, fotógrafa, graduada em Letras Espanhol e Literaturas. Nascida no Rio de Janeiro, viveu em São Paulo, Rio Grande do Sul e atualmente em Paraty, RJ. Desde os anos 90 produz peças artísticas traduzidas em pinturas, desenhos, esculturas e objetos; além de fotografias feitas nas ruas, em grandes eventos ou em apresentações artísticas de dança, música ou teatro. Sua paixão pela literatura a levou a estudar Letras e a produzir textos em forma de contos, crônicas, poemas e relatos. Seu trabalho reflete um interesse profundo pelas questões humanas, as artes e a cultura. A versatilidade da artista lhe permite mesclar técnicas e linguagens, algo recorrente em suas obras.

Colunista da Revista Usina lança livro de literatura sobre Israel stars

Daísa Rossetto acaba de lançar um livro que aborda de forma poética a experiência de conhecer Israel

Daísa Rizzotto Rossetto participou de uma viagem em setembro de 2017 para Israel com a intenção de escrever um livro. Durante o tempo em que lá esteve a autora teve a oportunidade de conhecer um pouco de um país onde culminam várias culturas.

A autora do livro Quando o vento sopra em Israel teve a oportunidade de vivenciar as culturas, tradições e aspectos de alguns dos povos que vivem na região. Para quem lê fica a sensação de revelação de um universo singular que dá muitas possibilidades de interpretação.

O livro traz 34 narrativas que exploram a paisagem, os costumes, as formas locais de um jeito bastante particular, passando por lugares conhecidos pela história como o Muro das Lamentações, Mar da Galileia, Rio Jordão e a Universidade Hebraica de Jerusalém.

No entanto, Quando o vento sopra em Israel não se trata de uma obra de caráter político, social ou religioso - embora também tenha seu espaço de estranhamento. O livro diz respeito ao encantamento de alguém frente a um novo mundo até então desconhecido.

Para quem quiser conhecer essa aventura literária o livro está disponível no site da Editora Mikelis . Além disso, é possível entrar em contato com a autora através da página do Facebook Quando o vento sopra em Israel ou pelo perfil pessoal.

Se quiser conhecer alguns textos da Daísa, accesse sua coluna clicando AQUI

Casa Soma reabre com chave de ouro em São Chico

A casa Soma reabriu suas portas neste domingo 04/02, com chave de ouro e casa cheia. No palco o Duo Quintal, formado por Diego Costa e Beto Chedid, que apresentou um repertório autoral e instrumental que encheu os ouvidos e os corações dos presentes. Esta primeira sessão realizada na Casa Soma, contou também com a participação do fotógrafo Silvio Kronbauer, que expôs suas fotografias da coleção "Rubro Chico Sobre Tecido". Os quadros seguirão expostos no local durante os próximos dias. O espaço conta também com uma parceria com a Revista Usina da Cultura, que esteve presente neste evento sorteando ingressos para o festival Origens Gathering, e participa também na promoção, divulgação e cobertura dos eventos. 

A proposta é a de ser um espaço cultural na cidade de São Chico, onde as pessoas possam apreciar diferentes expressões artísticas, realizar cursos, oficinas, exposições e apresentações culturais, entre outros. A iniciativa é de Davi Camilo, músico, artesão e luthier, entre outras habilidades. Davi contou para a Revista Usina da Cultura que estão preparando uma agenda de atividades regulares e eventos como este da estréia. 
A Casa Soma está à procura de parceiros para novas ações culturais e em breve divulgará nova agenda de eventos.
 
Casa Soma
Rua Marechal Floriano Peixoto, 46 - Centro - São Francisco de Paula
(54) 99162-8827
 
 

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